Meu partido político sempre foi o PT, ao qual me filiei em 1986, por admirar sua ideologia e o contato próximo que sempre teve com o povo. Atualmente, sou membro do Diretório do PT de Panambi.
Fui vereador em duas oportunidades (1997-2000 e 2005-2008), tendo sido, inclusive, Presidente da Câmara em 2005, e concorri à Prefeitura em 1988, 2000 e 2008. Também fui assessor parlamentar do então Deputado Federal, hoje Senador, Paulo Renato Paim, de 1988 a 1994.
Tanto em campanhas quanto já em meus mandatos, algo pelo qual eu sempre prezei foi criar um conselho político. Nele, convocava amigos e eleitores para reuniões, realizadas trimestralmente, nas quais expunha propostas de campanha e o que eu já vinha realizando, bem como ouvia sugestões e reivindicações das vozes da comunidade. Era uma espécie de prestação de contas àqueles que confiavam em mim, no meu trabalho e na minha honestidade como representante da população.
Como vereador, entre emendas e novas leis, fui autor de mais de cem projetos aprovados. Um dos quais eu posso destacar é o Primeiro Emprego Municipal, que começou a vigorar em 2006. O programa tem como objetivo dar a oportunidade de um primeiro emprego para jovens de 16 a 24 anos. A Prefeitura Municipal incentiva a empresa a contratar o jovem e arca com 50% do salário, o que facilita a contratação e é benéfico para todos. E se a empresa contrata um indivíduo que porta alguma deficiência especial, o município arca com o valor integral do salário.
Também fui autor de uma lei que isenta desempregados ou quem ganha até um salário mínimo de pagar taxas de inscrição para concurso público. Ela foi aprovada em meu segundo mandato como vereador, e a considero bastante oportuna, pois o desempregado precisa do emprego que o concurso público oferece, mas, às vezes, não dispõe do valor necessário para ter acesso ao concurso.
Outra lei que considero muito importante prevê que, no nosso acesso à BR 285, sejam retirados os pinos e grevilhas, duas espécies de árvore. Na época da criação da lei, fiz um estudo com especialistas, que comprovaram que, por as árvores estarem muito velhas, acabam sendo prejudiciais ao meio-ambiente; inclusive, pedaços grandes de madeira caem na estrada, prejudicando a visibilidade dos motoristas. O que a lei propõe é bem simples e não gera muitas despesas para o município: a Prefeitura contata uma serralheria, que transforma essas árvores cortadas em forros seguros para casas de pessoas de baixa renda. Então, é feito um cadastro entre essas pessoas e o forro é colocado em seus lares. Ou, até, em alguns casos é possível trocar a madeira por um forro já pronto feito pela serralheria. Com essa lei, o meio-ambiente, o trânsito e lares de pessoas de baixa renda são beneficiados.

Precisamos de pessoas como você em nossa política. Assim teremos a certeza de que é possivel fazer política séria, ética , e principalmente voltada aos interesses comum.
ResponderExcluirUm grande abarço e sucesso
Beatriz Manchini